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Bullying

 

Até bem pouco tempo atrás o bullying era considerado inofensivo, ou melhor, era considerando uma “brincadeirinha de criança”. Era um apelido aqui, uma briga ali e tudo era encarado assim: “Ah! Deixa pra lá, criança briga mesmo”, “é só uma fase, já passa”, “xingo não dói” ou até aquela frase clássica “você está chorando? mas homem não chora”. Pois bem, estudos revelam que tais briguinhas infantis deixam marcas profundas, marcas psíquicas e que podem acarretar sérias conseqüências, tanto para as vítimas quanto para os agressores.

Apelidos depreciativos, fofoquinhas, piadinhas sem graça e de mau-gosto ... levante a mão quem nunca zombou de alguém ou não foi alvo de gozação na escola.

         Sabemos que brincadeiras sempre existiram no ambiente escolar. É lógico que estas não podem ser proibidas, assim como nem toda piadinha ou apelido pode ser caracterizado como bullying, caso contrário iremos cair no extremo oposto da tolerância zero. Mas é necessário distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão. Para isso, basta seguir uma regrinha infalível e perguntar-se “eu gostaria de ser chamado assim ?"

          A agressividade é sempre um tema da atualidade, especialmente a agressividade presente nas escolas entre alunos, sejam estes crianças ou adolescentes. Estou falando de uma violência que acontece de forma maldosa, que machuca a alma, e pode deixar cicatrizes eternas. O que pode existir de mais cruel do que divertir-se às custas do sofrimento alheio ? ou divertir-se com piadas pejorativas que geralmente humilham, ofendem e ressaltam alguma característica física ou psicológica que geralmente a vítima desejaria não possuir ?

         Piada, brincadeira, só é boa quando todos os envolvidos acham graça, gostam e se divertem. Mas quando estas têm a intenção de aterrorizar, intimidar, excluir ou fazer sofrer, deixam de ser legais e viram violência, ou melhor : Bullying. “Como não existe uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações de BULLYING possíveis, o termo compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima”.)

            Muitas das vezes, esse tipo de comportamento tem seu alicerce dentro da própria casa, quando alguns pais costumam denominar, com certo orgulho, de  "personalidade forte" do filho ou "excesso de energia"; aquilo que os profissionais denominam de transtornos de conduta. Nunca é cedo demais para intervir, pois crianças que machucam crianças naturalmente transformam-se em adultos que machucam adultos. Infelizmente as estatísticas provam que a agressividade manifestada em idade pré-escolar, se não tratada, evolui de forma negativa.

            Há fortes indícios de que as crianças ou jovens que praticam o Bullying têm grande probabilidade de se tornarem adultos com comportamentos anti-sociais, psicopáticos e/ou violentos, tornando-se, inclusive, delinqüentes ou criminosos. Normalmente o agressor acha que todos devem atender seus desejos de imediato e demonstra dificuldade de colocar-se no lugar do outro.  

 

          Quanto às vítimas de bullying, geralmente seu aproveitamento escolar diminui e isso aparece nas notas. Ela parece feliz nos finais de semana e infeliz durante a semana. Prefere a companhia de adultos e passa a reclamar de dor de cabeça e de barriga, por exemplo. Algumas apresentam insônia ou pesadelos. Voltam para a casa machucadas ou com os pertences destruídos. Além disso, existem conseqüências muito mais graves, as quais vão desde a depressão, angústia, baixa auto-estima, estresse, evasão escolar, atitudes de autoflagelação e  até o  suicídio. Exagero ? antes fosse ...Vamos citar alguns exemplos :

          Em janeiro de 2003, Edimar Aparecido Freitas, de 18 anos, invadiu a escola onde havia estudado, no município de Taiúva, em São Paulo, com um revólver na mão. Ele feriu gravemente cinco alunos e, em seguida, matou-se. Obeso na infância e adolescência, ele era motivo de piada entre os colegas; Na Bahia, em fevereiro de 2004, um adolescente de 17 anos, armado com um revólver, matou um colega e a secretária da escola de informática onde estudou. O adolescente foi preso. O delegado que investigou o caso disse que o menino sofria algumas brincadeiras que ocasionavam certo rebaixamento de sua personalidade.

Os pais precisam estar atentos e ao menor sinal devem intervir, pois quando a criança resolve falar sobre seu sofrimento, geralmente é porque já é assediada há muito tempo. Por outro lado, vale ressaltar que os “bulies” (praticantes do bullying) também precisam de atenção redobrada, já que muitas vezes esse comportamento é fruto de desequilíbrio emocional, advindo de desajustes familiares e este o reproduz no ambiente escolar.

Ainda assim, não podemos generalizar, pois também há bons pais com filhos praticando bullying. Então é preciso conversar e investigar o porquê desse comportamento, sem esquecer que também é preciso fazer uma reflexão sobre como se está educando.

Bullying  se resolve com o envolvimento de toda a escola  (direção, docentes e alunos). Algumas vezes, é necessária ajuda profissional. Mas para interromper este processo e começar a criar vínculos de afetividade e respeito nada melhor que a família, que deve estar bem consciente de sua tarefa educativa, provedora de proteção e segurança, essenciais ao crescimento da criança, gerando uma melhor adaptação emocional ao meio e favorecendo um desenvolvimento sadio de condutas sociais e respeito ao próximo.

 

 

 




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